Sobre a Duro
Nossa História

UMA DURA HISTÓRIA!

“Não espere que a vida jogue fácil com você, pois ela vai ser muito dura, a fim de forjar sua persistência, nessa hora você decide perder ou ganhar o jogo”.

Se fossemos definir uma palavra para contar essa história, a palavra mais apropriada seria: “sonhador”.

Na década de 1960 Gil Ferreira era um jovem sonhador, oportunista, empreendedor e determinado a mudar o rumo de sua história para sempre. Ele buscava uma realização financeira, queria construir um patrimônio, sendo assim não dava para continuar onde estava. Logo sua primeira oportunidade de mudança o fez sair de Minas Gerais pausando os estudos, para se juntar a convite do seu irmão Gilson, na gerência de uma loja de produtos veterinários na cidade de Anápolis, onde tudo começa a mudar.

Na chegada a Anápolis veio à surpresa, não era nada do que Gil tinha imaginado a realidade era outra. E ele viu que não seria fácil.

Seu primeiro desafio era aumentar o número de vendas da loja e foi assim que seu irmão o deixou a frente na representação de produtos agrícolas. Gil buscava alternativas e nesse momento passava também a comercializar adubo e inseticidas aumentando o mix de produtos para assim nascer à primeira empresa do grupo a AGROPEC. Apesar da melhora, os resultados estavam bem distantes. Ao perceber uma nova aba Gil junto com outro irmão, César, hoje falecido, adquiriram um terreno fora da cidade de Anápolis, o qual seria futuramente uma empresa de revenda de tratores e devido à ideia de vender motores e máquinas, passaria a ser denominada de Agromoto.

Gil Ferreira enxergava na revenda de tratores a grande oportunidade de crescer estruturalmente, e foi justamente nessa época que ele tomava a iniciativa de viajar até São Carlos no estado de São Paulo em busca de uma solicitação de revenda para o estado de Goiás, ao fazer a solicitação CBT, uma indústria nacional de tratores, lhe disseram que no munícipio de Goianésia, interior de Goiás já existia uma revenda que agregava todo o estado e que não havia a possibilidade de abrirem espaço para outros interessados. Decepcionado, um pouco desanimado, voltou a Goiás, mas deixando uma carta a CBT que relatava sobre o seu interesse em alguma outra oportunidade, da revenda. Alguns dias se passaram e a revenda autorizada em Goianésia sofre falência e a CBT veio a Anápolis verificar se Gil Ferreira e César ainda tinham interesse na revenda de tratores e assim foi feito, mesmo sem dinheiro, a CBT lhes entregou cinco máquinas para começarem o negócio.

Existia uma nítida diferença na personalidade de Gil e era notória sua vontade de vencer e conquistar o que almejava, nem mesmo uma crise financeira foi capaz de para-lo. Conquistar espaços e oportunidades era um prêmio reservado para poucos, que, com muito trabalho, muito esforço chegaria até lá. Gil só faria parte desse pouco se tomasse a decisão de não desistir, e como poucos ele possuía a incrível habilidade de proporcionar mais com menos. Com a crise instalada no país não teve outra opção a não ser voltar ao mercado agrícola vendendo adubos e produtos veterinários. A crise afetava a situação financeira dos irmãos sócios que voltava a ser instável e novamente o sonho de crescer e possuir uma melhor estrutura ficava mais distante e a vida fazia questão de apresentar mais um novo obstáculo, Gil teria que buscar novas oportunidades.

A bola da vez passava ser a cidade de Redenção no estado do Pará, devido ao grande crescimento do garimpo que não faziam jus ao cenário totalmente contrário dos demais meios de comércio do país, devido aos bloqueios da crise instalada naquela época. Seguindo para Redenção depois de muitos obstáculos novamente uma decepção, pois a cidade era pacata, calma e não apresentava nenhuma perspectiva de crescimento, não era um lugar para quem buscava chegar tão longe. Gil precisava encontrar uma saída, precisava ser rápido e passeando por aquela cidade viu uma cena que pertencia à classe dos mais singelos oportunistas que estavam ali presentes, com a ajuda de um conhecido que ele encontrou por acaso na cidade de redenção, Gil descobriu um local e viu garimpeiros comprando motores e pagando com ouro. Confiante pediu que trouxessem de Goiás um carregamento de motores estagnados para serem vendidos aos garimpos. A venda foi um sucesso, os motores acabaram em pouco tempo e com isso teve que voltar a Anápolis. Conversou com sua esposa, Maria Helena, dizendo que iria andar pelos garimpos do país vendendo motores e com isso resolver a situação financeira. Ela apoiou a iniciativa, já que vislumbrava ali a melhoria de vida, Maria Helena ficaria cuidando do lar, educando os filhos que ainda eram crianças na época.

Gil Ferreira andou pelos garimpos do país comercializando motores, criando uma estrutura de vendas e obtendo retorno financeiro, mesmo com os riscos que a atividade trazia, frequentando regiões que não havia leis, em que crimes eram constantes. Ele precisava continuar, porque percebia que aquele trabalho lhe traria muito lucro e resolveria definitivamente os problemas econômicos, mas decidiu parar por ali e voltando para Anápolis com o que já havia ganhado. Desfez a sociedade com o irmão César, levou para Goiânia a Agromoto e iniciou o comércio de produtos para irrigação. Nesse momento os filhos já estavam maiores e demonstravam muito interesse dentro da empresa. Assistiam o pai a trabalhar, seguiam o seu exemplo e Gil Ferreira decidiu incentivá-los, mais do que isso, Gil percebeu que nascia ali naquele exato momento um legado, uma história, nascia à continuidade de um sonho. Até chegar o momento em que eles efetivamente iniciariam os trabalhos na empresa.

Com o legado nas mãos das pessoas corretas veio à ideia de criar a DURO PVC, por uma situação de necessidade de mercado com os preços de tubos azuis que eram muito elevados e impactavam diretamente na irrigação e pecavam em durabilidade. Adquiriam então a primeira máquina de extrusão, compraram o primeiro terreno em Aparecida de Goiânia onde hoje se localiza a indústria. Iniciaram a fabricação de tubos em PVC para irrigação, conexões e forro PVC, continuaram a história de um homem que possuía paixão, dedicação e muito esforço no que fazia e foi graças à sus persistência, que hoje podemos dizer com muito orgulho que “A COR AZUL TEM NOME”. A vida foi dura com Gil, ela exigiu que ele extraísse o melhor que havia dentro dele, exigiu que ele fosse capaz de ter resistência e durabilidade ele não poderia dar mole tinha quer ser DURO, e é exatamente com esses ingredientes que Gil Ferreira faz da sua história um princípio ativo em seus produtos, não se joga fora absolutamente nada, pois tudo se torna uma oportunidade de chegar ainda mais longe. Se fossemos contar todos os detalhes seriam necessárias milhares de páginas para enriquecer ainda mais essa história, que começou na década de 70, que tem o jeito Gil, que tem um jeito DURO de contar o que “DURA MAIS”.

Ter sonho é importante, porém é preciso ter foco, trabalho, persistência, honestidade, bom caráter, qualidade e competência para realizá-lo. Com isso você escolhe as melhores parcerias, os melhores colaboradores, as melhores ideias, comercializam bons produtos e adquirem resultados precisos”, afirma Gil Ferreira.

Hoje além da Agromoto e da Duro PVC, estão agregados ao grupo mais dois seguimentos, a comercialização de placas em ACM, empresa D-Bond e bem mais recente, a comercialização de painéis eletrônicos (painéis de LED), a empresa Led Wave, todas em constante crescimento e com boas expectativas para o futuro. Para Gil Ferreira seu sonho de alguma forma se realizou, sua maior riqueza e orgulho é ver os filhos Leonardo, Isabela, Rodrigo e Tiago dentro do grupo de empresas, trabalhando para o seu crescimento, cada qual com sua competência, com seu talento que unidos geram bons resultados e que ele é um dos cincos que estão na gestão do grupo, ou seja, mais um nessa equipe.

 

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